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Terça-feira, 27 de Novembro de 2012

OCDE agrava recessão prevista pelo Governo

OCDE estima que em 2013 a economia portuguesa deverá contrair-se 1,8 por cento, quase o dobro do que espera o Governo.

 

Carlos Abreu (www.expresso.pt)

Terça feira, 27 de novembro de 2012


A economia portuguesa irá registar uma contração de 1,8 por cento no próximo ano mas deverá crescer 0,9 por cento em 2014. As previsões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), hoje divulgadas, são muito mais pessimistas do que as anunciadas pelo Governo que apontavam para uma recessão de um por cento.

"Uma enorme, mas necessária, consolidação orçamental, a contínua desalavancagem bancária e fraca procura externa deverão deixar a economia em recessão por algum tempo", argumenta a OCDE.

Esta organização prevê ainda uma taxa de desemprego de 16,9 por cento em 2013, contra os 16,4 por cento estimados pelo Governo. Em 2014, a OCDE calcula que o desemprego em Portugal caia três décimas para os 16,6 por cento.

"À medida que as condições globais melhorem e as exportações aumentem, o crescimento já deverá ser positivo no final de 2013, no entanto, o desemprego permanecerá a níveis muito altos", antevê a OCDE.


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publicado por apólogo às 21:21

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Segunda-feira, 19 de Novembro de 2012

Empresas alemãs “congelam” investimentos perante a crise europeia

Esperam ano “economicamente débil”

 

19.11.2012 - 12:32 Por Lusa, PÚBLICO

 

As empresas alemãs “congelaram” os seus planos de investimento e contratação porque esperam um ano “economicamente débil” em 2013, segundo o resultado de um inquérito divulgado hoje pelo Instituto de Economia (IW) de Colónia. 


O questionário, feito a cerca de 2300 empresas alemãs, revela que 28% esperam que os seus negócios piorem no próximo ano, enquanto só 24% contam com um aumento da produção.

A deterioração das perspectivas de produção e exportação faz com que só 19% das empresas consultadas na parte ocidental do país contem aumentar o número de empregados no próximo ano, enquanto 28% calculam que deverão cortar postos de trabalho.

No Leste da Alemanha (nos seis Estados federados que resultaram da reunificação do país) existe um empate de 26% entre quem conta aumentar e reduzir trabalhadores.

O inquérito do IW assinala que o mesmo sucede com os investimentos: 29% das empresas da Alemanha ocidental tencionam reduzi-lo em 2013, quando há um ano apenas 16% consideravam essa possibilidade.

Apesar disso, o IW de Colónia não crê que a Alemanha entre em recessão e calcula que a produção industrial aumente, mas menos de 0,75% com a condição de que a crise na zona euro não se agudize.


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Pùblico


publicado por apólogo às 16:44

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Terça-feira, 2 de Agosto de 2011

A China inova em Robots ...

Nós já sabemos que o Mundo pula e avança ... Sim. Já não é de agora, mas agora damos mesmo por isso. Também sabemos que na China, apesar de tudo, não é só gente a trabalhar. Têm tecnologia de ponta, grandes linhas de montagem  automáticas também. Mas, a sua grande força económica tem sido a mão-de-obra barata, ao jeito da fuga dos campos para a cidade, na Europa do século XIX ou da mão-de-obra barata existente na Europa destruída do pós-guerra (2ª Guerra Mundial), facto que tem permitido a este país produzir e exportar todo o tipo de bens, para todo o Mundo, a preços competitivos e conseguir, com isso, absorver uma parte crescente da riqueza dos páises desenvolvidos.

Um grupo Chinês quer instalar um milhão de robots para substituir mão-de-obra intensiva e contornar os custos crescentes da mão-de-obra, tornando os sues produtos mais competitivos e permitindo aos seus trabalhadores tarefas mais "estimulantes".

A China inova.

Ocorreu-me um pensamento:  o exemplo, sendo bem sucedido, permite diminuir muito a mão-de-obra envolvida na produção e acresce as pessoas ainda necessárias de mais qualificações. Como reflexo da transformação económica que estamos a atravessar, em todo o mundo, a mão-de-obra mais qualificada vai, também, ficar mais barata, mesmo nos países mais desenvolvidos. O exemplo, a ser bem sucedido, permitirá demonstrar, talvez, que uma fábrica com um milhão de Robots pode ser construída e funcionar em qualquer parte do Mundo, quiçá com vantagem nos países desenvolvidos e a preços competitivos, não necessita de ser na China...


Trabalhadores de fábricas do iPhone substituídos por robôs

 

O grupo chinês Foxconn Technology, fabricante de produtos Apple como o iPhone e o iPad, planeia substituir os trabalhadores das suas linhas de montagem por máquinas.

 

(...) A Foxconn, fabricante de iPhones e iPads - também associada a marcas como a Nokia, a Nintendo e a Sony -, dispõe já de 10 mil robôs nas suas linhas de montagem na China, mas planeia chegar a um milhão nos próximos três anos (...)

 

(...) Apesar do seu crescimento económico, a Foxconn tem sido criticada pelas fracas condições de trabalho que oferece. Em 2010, resultado dos múltiplos suicídios registados entre os funcionários das suas fábricas, fez uma revisão laboral e mais que duplicou os salários na fábrica de Longhua, embora se mantenham muito baixos: de 900 yuan (aproximadamente €98) para 2000 yuan (€218). (...)

 

 02 Ago 2011


publicado por apólogo às 20:30

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Quinta-feira, 9 de Setembro de 2010

Fidel: 'Cuban Model Doesn't Even Work For Us Anymore'

Jeffrey Goldberg - Jeffrey Goldberg is a national correspondent for The Atlantic. Author of the book Prisoners: A Story of Friendship and Terror, he has reported from the Middle East and Africa. He also writes the magazine's advice column

 

Sep 8 2010, 12:00 PM ET

There were many odd things about my recent Havana stopover (apart from the dolphin show, which I'll get to shortly), but one of the most unusual was Fidel Castro's level of self-reflection. I only have limited experience with Communist autocrats (I have more experience with non-Communist autocrats) but it seemed truly striking that Castro was willing to admit that he misplayed his hand at a crucial moment in the Cuban Missile Crisis (you can read about what he said toward the end of my previous post - but he said, in so many words, that he regrets asking Khruschev to nuke the U.S.).

publicado por apólogo às 13:39

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Crise internacional está a revelar-se mais grave do que o esperado


Declarações do governador do banco central da Alemanha
Crise financeira internacional está a revelar-se mais grave do que o esperado
26.01.2009 - 12h43
Yuriko Nakao/Reuters
«Alex Weber diz-se preocupado por não ter sido "ainda possível conter a crise nos mercados financeiros”»
Por Lusa 

 

 

 

«A crise financeira está a revelar-se mais grave do que o esperado e todas as medidas tomadas até aqui não conseguiram atenuar os seus efeitos, defendeu o presidente do Bundesbank, Alex Weber, numa entrevista ao diário “Bild”.»

 

 

 

 

Ainda mais grave ??


In Público.pt [on-line]Lisboa, 26 de Janeiro de 2009. http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1357537&idCanal=57. 26 de Janeiro de 2009


publicado por apólogo às 18:17

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