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Quarta-feira, 4 de Junho de 2008

point-e magazine, “Catalonia is not Spain”

 


 

 

Picture: © Daniel Slusarcik, 2006

 

 

Flags are visible in every corner of the stadium. Hundreds of flags of two different colours waving in the wind. Let’s go back to Sunday night, 8th of October of 2006 in Camp Nou, the football-stadium of FC Barcelona. Everywhere people are chanting and supporting their team. There are two varieties of flags waving in the stadium: Senyeres and Ikurriñas - the flags of Catalonia and the Basque country. Over 55,000 fans have come to watch the game between the two football teams. It is evident that the match is not only about football. Banners advocating self-determination have turned the stadium into something resembling an enormous political rally. One banner stands out. It is huge and carries the slogan “Catalonia is not Spain”.

 

In Madrid they only care about Madrid!

 

Catalonia, together with the Basque country and Galicia form part of the historical regions of Spain. In terms of legislation and administration they are endowed with significant power of their own. But it has not always been this way. More than once in its history, Catalonia was forced to give up its autonomous rights and powers. During Franco’s dictatorship from 1939 until 1977 the right of self-administration was abolished by the central state. The use of the Catalan language was prohibited and sanctioned, classes were taught only in Spanish and the names of cities and towns had to be changed. Only when Franco died and Spain became a democratic state in 1978 was Catalonia able to regain its independence. Since then much effort has been made to maintain and promote the Catalan culture and to enforce the use of Catalan as the only official language in administration as well as in schools.

 

(...) Ver todo o artigo em:

 

Gennadi Kneper, Ina Mettjes, & Lisa Muench - “Catalonia is not Spain” In point-e magazine, european perspectives on politics, culture and ideas. [on-line]Germany: point-e magazine, 2007.http://www.point-e.com/show/87.


publicado por apólogo às 10:22

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Terça-feira, 3 de Junho de 2008

Não te Enganes, a catalunha não é Espanha ...

 


 

 

Não te enganes, a Catalunha não é Espanha

 

http://catalonia-is-not-spain.spaces.live.com/

 

 

Josep-Lluís Carod Rovira, vice-presidente do Governo Autónomo da Catalunha, diz que quer um referendo para a independência da Catalunha em 2014, e eu não vejo nenhuma razão para que isso não seja possível ou exequível. Ele tem alguma razão na análise estratégica que faz no que respeita ao posicionamento português em relação a esta questão. Uma península Ibérica das Nações, nesta Europa, só pode beneficiar a importância estratégica de Portugal, em contraponto com o mata-borrão Espanhol, na influência política e económica.

 

As novas repúblicas saídas de Espanha serão isso mesmo, repúblicas e não reinos (e isto, quanto mim, também é uma questão muito importante, muito longe de ser insignificante), vão procurar equilíbrios geoestratégicos que as afastem de Madrid. Nós temos aí o nosso espaço preferêncial.

 

Não há razão para a Catalunha não fazer valer a suas teses de um referendo independentista (depois ganhador). Não tem terrorismo e é a segunda região mais poderosa de Espanha com uma autonomia já muito alargada. Eles podem fazer um referendo, mesmo contra a constituição espanhola. Quem vai intervir? O Exército?  - Ninguém acredita. E o apoio do catalães é esmagador.

 

A importância desta questão, agora, é que a Catalunha tem mesmo poder para fazer um referendo independentista! E eles lançaram isto para a agenda de forma propositada e calculista. Acho inevitável que avancem mesmo, se não for em 2014, será em 2015 ou 2016. Não me restam muitas dúvidas.

 

E depois, quem pára a Galiza (que sózinha dificilmente consegue valer as suas teses). Ainda há dias houve uma manifestação de 25 000 pessoas em Vigo a favor de declarar que o galego era uma variação do português. Os galegos também querem sair do domínio de Madrid e aproximar-se de Portugal. Sentem que historicamente fazem parte natural de Portugal. Querem ser uma região da Europa, independente, com grande aproximação ao nosso país.

 

Depois disto resta o País Basco, para já e se não surgir mais nenhum caso fortemente indepentista entretanto, o que pode muito provávelmente acontecer. Quem segura os Bascos, depois do exemplo da Catalunha? Resposta: ninguém. É um movimento imparável que vai levar, em dez ou vinte anos à desagregação de Espanha, conforme a conhecemos neste momento, com aumento da influência política e económica de Portugal (Brasil e África no Roteiro).

 

É a Ibéria da Nações.

 

No meio disto tudo o Saramago acha que se deve meter nos problemas da Catalunha porque lhe fazem perguntas. Só falsamente é que é um comentário sobre Portugal, logo teria feito melhor não se meter, digo eu. Na realidade o Saramago continua a navegar na Jangada de Pedra; faz-me lembrar os Flintstones!

 

                 


 

         Ver Jornal Público, 18 de Maio de 2008

 

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329153&idCan       al=31

 


publicado por apólogo às 10:59

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Segunda-feira, 2 de Junho de 2008

A catalunha não é espanha, no You tube

Catalonia is an oppressed nation...Catalunya lost its national rights in 1714

publicado por apólogo às 10:49

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Segunda-feira, 19 de Maio de 2008

República da Catalunha - Uma ideia valente

  

 

 

 

  

 

Dirigente fala em complexo histórico e paternalismo
Catalunha garante que "Espanha ainda não assumiu independência de Portugal” 
18.05.2008 - 14h26 Lusa
O vice-presidente do Governo Autónomo da Catalunha, Josep-Lluís Carod Rovira, disse hoje em Barcelona que Espanha ainda não assumiu que Portugal é um Estado independente. Carod Rovira considera que Madrid pretende manter uma "tutela paternalista" e uma atitude de "imperialismo doméstico" sobre o Estado Português, onde, acrescentou, "historicamente, sempre houve um certo complexo por parte de alguns sectores dirigentes em relação a Espanha".
O número dois do executivo catalão e responsável pelas relações externas da região com 7,5 milhões de habitantes, afirma que pretende conseguir o apoio de Portugal para o projecto de independência que defende para a Região Autónoma, cujo referendo propõe que se realize em 2014. "O que menos interessa a Portugal é uma Espanha unitária", afirmou, sublinhando que "uma Catalunha independente na fachada mediterrânea poderia ser o contrapeso lógico ao centralismo espanhol". Segundo Carod Rovira, Portugal deve perceber que a independência da Catalunha nada tem que ver com a regionalização. "A Catalunha é como Portugal mas sem os Restauradores".

O vice-presidente do Governo da Catalunha recorre à História, designadamente aos acontecimentos de 1640, para afirmar que "se as coisas tivessem sido ao contrário, hoje Portugal seria uma região espanhola e a Catalunha um estado independente". No século XVII, durante o reinado de Filipe III, Madrid foi confrontada com revoltas em Portugal e na Catalunha mas o Império, apoiado pela França, reprimiu as sublevações catalãs e da Biscaia. (...)
Referendo em 2014

O governante propõe um referendo para 2014 por três razões: a primeira porque em 2014 "assinalam-se os 300 anos sobre a data em que Catalunha perdeu a condição de Estado"; a segunda porque termina o investimento previsto pelo Estatuto de Autonomia da Catalunha, em matéria de infra-estruturas, por parte do executivo espanhol; e em terceiro lugar porque em 2014 acabam as ajudas do Fundo de Coesão Europeu. "O ano de 2014 não é a data para a soberania mas sim para a democracia", afirmou.(...)

 
Saramago, "O espanhol"
Saramago discorda da ideia

(...) O escritor português José Saramago rejeitou hoje que Espanha não encare Portugal como um Estado independente. "Discordo completamente. Tenho com Espanha uma relação que é conhecida e nunca me apercebi de qualquer irregularidade política ou estratégia de qualquer tipo, comercial ou financeiro, que indicasse que Espanha não reconhece a independência de Portugal", disse o Nobel da Literatura.(...)

 

 

In Jornal Público, 18 de Maio de 2008. http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1329153&idCanal=31.

 

 

sinto-me:

publicado por apólogo às 19:29

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Domingo, 9 de Março de 2008

SIM, O POVO TAMBÉM PODE SER UM NOJO


Público

SIM, O POVO TAMBÉM PODE SER UM NOJO


Ferreira Fernandes
Mondragón tem 22 mil habitantes, um pólo industrial e uma universidade. Tem um conselho municipal com sete partidos. Todos os dias, chega à vila uma dezena de jornais, em espanhol e basco. Quem quer entra, quem quer sai da vila. Quem quer põe uma bandeira basca à janela. A presidente da câmara pertence à Acção Nacionalista Basca (ANV). O Tribunal Constitucional (de Madrid!) proibiu outras 133 candidaturas da ANV porque estavam ligadas ao Batasuna, e este à ETA e a ETA mata gente com um tiro na nuca (actividade que é ilegal, lembro). Mas o Tribunal Constitucional (de Madrid!) permitiu que a alcaidessa Inocencia Galparsoro concorresse. Ontem, em Mondragón, um ex-vereador foi morto pela ETA porque não era independentista. Inocencia recusou-se a condenar o assassínio. O nome dela é falso. Aliás, o de Mondragón, também: em basco a vila chama-se Arrasate. É mais apropriado. E boa parte de Arrasate, a que vota na ANV, é um nojo. Sim, o povo também pode ser um nojo.


publicado por apólogo às 10:30

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