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Quarta-feira, 12 de Junho de 2013

Rir a bandeiras despregadas ... Álvaro Santos Pereira

 

 

Com uma boa piada todos riem, não há dúvida e declarações como a que fez Vitor Gaspar e de CARA SÉRIA  e tudo, qu'até parecia que estava a dizer alguma coisa muito inteligente ... só par RIR A bandeiras despregadas !!!!

 

 

Ministro da Economia escangalha-se a rir com gozo ao  Ministro das Finanças

Foi em plena Assembleia da República. Um  deputado comunista fez uma graça visando Vítor Gaspar. VEJA O VÍDEO com a  reação de Álvaro Santos Pereira

O deputado do PCP Bruno Dias confrontou o ministro da  Economia com um novo  indicador, no Parlamento. Depois do ministro das  Finanças ter culpado o mau  tempo pela quebra no investimento, o parlamentar comunista sugere que o Borda  d'Água passe a fazer parte da consulta obrigatória para as previsões orçamentais  do Governo, gozando com as afirmações da semana passada do ministro das  Finanças.

O que poucos estariam à espera (ou talvez não) era que o ministro da Economia  viesse a achar tanta piada a esta graça visando o seu colega das  Finanças...

Ler mais: http://visao.sapo.pt/ministro-da-economia-escangalha-se-a-rir-com-gozo-ao-ministro-das-financas=f735044#ixzz2W13lPII9

 


publicado por apólogo às 16:26

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Sexta-feira, 7 de Dezembro de 2012

Coligação treme. Portas concorda com Cavaco . iOnline

 

por Luís Claro, publicado em 7 Dez 2012 - 03:10 | Actualizado há 14 horas 59 minutos

 

Marques Mendes:" Vítor Gaspar decidiu tratar os portugueses como atrasados mentais"

 

 

«O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, colou-se ontem às declarações do Presidente da República (PR) para defender que Portugal deve beneficiar de algumas das condições aplicadas à Grécia. “Concordo”, disse o líder do CDS, depois de Cavaco Silva ter defendido que não encontra razões para que “não seja reduzida a comissão que é cobrada a Portugal pelos empréstimos que recebeu do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira” e “para que não seja alargado o período de reembolso dos empréstimos do Fundo de Europeu de Estabilidade Financeira”.

 

A confusão instalou-se no governo com Passos e Gaspar a recuarem na defesa de que - como disse o primeiro-ministro na entrevista à TVI - “está adquirido que tudo o que vigorar em qualquer dos programas de ajustamento deve ter uma regra de igualdade de tratamento nos restantes”.

Uns dias depois, o chefe do governo recuou e garantiu que “não queremos ter uma solução idêntica à da Grécia”.

 

O CDS é que não alinhou com as alterações nos discursos de Passos Coelho e de Vítor Gaspar e, na Assembleia da República, o deputado centrista, João Almeida, deixou logo na quarta-feira um sinal de divergência. “Portugal deve reivindicar a aplicação de regras idênticas àquelas que forem aplicadas a qualquer outro Estado que esteja sob programa de assistência”. Um dia depois, Paulo Portas, à boleia do chefe de Estado, dizia o mesmo por outras palavras: “Portugal deve evidenciar a regra segundo a qual quando há circunstâncias institucionais semelhantes se aplicam regras semelhantes”.

 

Perante as contradições sobre a posição do governo, Miguel Macedo - um dos quatro ministros que falou sobre este assunto - optou por adiar uma posição definitiva para o debate de hoje na Assembleia da República. O ministro admitiu, porém, que existe “alguma confusão” sobre a posição portuguesa.»


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publicado por apólogo às 17:58

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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2012

Corte de 5% no subsídio por doença e 6% no de desemprego

 

PSD/CDS-PP APROVAM


 

por Lusa, texto publicado por Isaltina Padrão 23 Novembro de 2012



Os deputados da maioria PSD/CDS-PP aprovaram hoje o corte de 5% nos subsídios por doença após os primeiros 30 dias, e de 6% no subsídio de desemprego, rejeitando todas as propostas de alteração da oposição.

 

Esta proposta já tinha sido alvo de um aceso debate entre a oposição, em especial o PS, e o secretário de Estado da Solidariedade e da Segurança Social, Marco António Costa, com o deputado socialista a acusar o Governo de fazer "maldades" que eram uma escolha para além do memorando da "troika' e o governante a dizer que o negociado pelo PS era uma taxação que dava um corte muito superior ao previsto.


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publicado por apólogo às 19:55

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Maioria PSD/CDS-PP aprova corte nos subsídios de férias

 

"por Lusa, publicado por Luís Manuel Cabral 23 Novembro 2012


A suspensão dos subsídios de férias ou equivalentes dos funcionários públicos e dos pensionistas foi hoje aprovada no Parlamento, com a maioria parlamentar PSD/CDS-PP a bloquear todas as propostas de alteração da oposição.


Os deputados discutem na especialidade a proposta do Governo pelo segundo dia e votaram em plenário as propostas que foram avocadas para plenário após a votação na especialidade esta quinta-feira.


Neste sentido, foram muitas as propostas feitas pela oposição para alterar e mesmo nalguns casos eliminar estas duas normas, que suspendem o pagamento dos subsídios de férias ou equivalentes dos funcionários públicos e pensionistas, de formas gradual a partir dos 600 euros até 1.100 euros, e a partir desse valor a eliminação é total.


A oposição demonstrou-se contra esta suspensão mas os deputados da maioria fizeram aprovar as propostas tal como na sua redação original proposta pelo Governo"


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DN Economia


publicado por apólogo às 12:31

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2012

Execução orçamental - As receitas podem ser menores que o previsto

"21.11.2012 15:54


UTAO diz que receitas fiscais podem ser ainda menores e aprofundar a recessão este ano

 

(...) A UTAO [A Unidade Técnica de Apoio Orçamental ] avisa que a recessão de 3% pode, afinal, ser mais profunda e que a meta do défice de 5% pode estar em risco.

Os técnicos lembram ainda que o pacote fiscal no próximo ano pode fazer cair ainda mais o consumo privado e agravar ainda mais a recessão prevista para 2013.

A derrapagem nas receitas da segurança social, por causa do aumento do desemprego, já provocou um desvio este ano e obrigou o governo a rever as metas do défice.(...)"

 

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publicado por apólogo às 17:18

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Quarta-feira, 14 de Novembro de 2012

Austeridade , Austeridade ... Quanto mais melhor !

"Programa de ajustamento

Passos Coelho reitera que austeridade é única forma de ultrapassar a crise


publicado por apólogo às 01:26

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Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

Água mole em pedra dura: Pedro Passos Coelho e Belmiro de Azevedo

Em 2005, por oportunidade das eleições legislativas, as primeiras ganhas pelo engº José Sócrates, Belmiro de Azevedo dizia que se fosse ele, tratava o governo do país como se uma empresa fosse. A este propósito, defendia que Portugal só deveria ter 10 ministros , um ministro por cada Milhão de habitantes.

 

Água mole em pedra dura, vai batendo e fura, fura !!! Seis anos depois, Pedro Passos Coelho defende 10 ministros para o Governo ... Só não defendeu 4 Super-ministros e seis ministros dependentes destes, tipo ministros SG Gigante e ministros SG Filtro ,conforme defendeu Belmiro de Azevedo, na altura.

 

Descubra as coincidências.

 

Aqui fica em baixo, o post publicado, na altura, netse BLOG.

 


Post publicado originalmente em 23 de fevereiro de 2005, com o tótulo: O Engº Belmiro e a política

 

Depois de ter vindo a publico falar contra um líder de um partido político, no caso o Dr. Santana Lopes, antes destas eleições, o Eng.º Belmiro de Azevedo vem agora dizer ao futuro primeiro-ministro como é que se forma um governo. Será uma cobrança ?

Diz ele estas coisas tão espantosas, no Diário Económico de hoje:

"A dimensão de Portugal tem de influenciar a formação de um Governo, da mesma forma que a dimensão de uma empresa determina o número de membros do seu conselho de administração". Assim, para um país de 10 milhões de habitantes, bastaria um ministro por cada milhão. "São contas fáceis. Um ministro representaria um milhão de portugueses"

"Se eu formasse um Governo", avança Belmiro, "dividiria a equipa em quatro grandes áreas, atribuindo cada uma delas a um ministro com muito poder. Os seis ministérios que faltam seriam, então, entregues a ministros que operavam na área de influência dos primeiros"

Ficamos felizes porque observamos que o Eng.º Belmiro de Azevedo é forte em contas. Assim, um país com 60 milhões de habitantes tem 60 ministros e os Estado Unidos têm 240 ministros. Na China é necessária uma província inteira para albergar todos os governantes daquela gente toda, e um país com um milhão de habitantes só tem primeiro-ministro, com direito a secretária particular . E eu nem precisei de calculadora para fazer estas contas, nem nada !

Não parece que os assuntos que, num estado, justificam um ministério, tenham a ver com o número dos seus habitantes. Alguém devia ensinar o Sr. Eng.º Belmiro de Azevedo, que um País não é uma empresa. Os ministros não têm como função representar os habitantes, os deputados é que têm. Dizer estas coisas, desculpe, é ser políticamente néscio. Os assuntos que, num país, merecem ter um ministérios têm a ver com obrigações internacionais e locais, com opções políticas e com o perfil das pessoas disponíveis ( se acumulam ou não pastas ). A quantidade de funcionários do estado e da estrutura dos serviços é que tem a ver, em parte, com o número de habitantes. Não o Governo. E, também, não se poupa nada de especial por ter menos um ministro ou dois, se formos por esse campo.

A teoria dos super-ministros e ministros normais lembra-me o tempo em que eu fumava : SG gigante ou SG filtro. Ter dois tipos de ministros, é galhofeiro.Não parece que concentrar poder de decisão política, em matérias muito diferentes e em três ou quatro pessoas, seja benéfico ainda tornando muito mais difícil encontrar pessoas com o perfil adequado para tal. 

Não se vislumbra o que acontecia aos secretários de estado mas, para não ficar tudo na mesma, vá de os extinguir : isto digo eu !

Sr. Enginheiro, dedique-se a governar a suas empresas o que, parece, tem feito bem e deixe para os políticos eleitos, e competentes como tal, fazerem os seus governos  pelos quais, aliás,  vão ser os únicos responsáveis !

Muito obrigado


publicado por apólogo às 12:00

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Sexta-feira, 9 de Março de 2007

Pague menos imposto, pagando mais ...

 


 

A história é sempre a mesma: esta tentação, em Portugal, de resolver problemas aumentando os impostos.

A situação financeira é pereclitante e o esforço para baixar a despesa parece insuportável. Penso eu que há muita gente às voltas na cama a pensar onde arranjar dinheiro e alguém apareceu com esta ideia luminosa de aumentar os impostos, parecendo que se baixa.

Faz-se assim: baixa-se, à partida, o imposto de quem compra carro de forma a que seja possivel baixar um pouco o preço de compra e até parece que baixamos o imposto. Depois cobramos durante dez anos um outro imposto anual, como prestações, acabando por cobrar  mais, et voilá, no fim de tudo, contas feitas, fartamo-nos de ganhar dinheiro e aumentámos o imposto ser ninguém dar por isso. À mistura salpicamos a lei com normas de discriminação "ecológicas" e "amigas do ambiente" que ficam sempre bem a adornar o pacote e que ninguém se atreve a contestar. Cá temos a lei que aumenta os impostos, baixando.

Esta forma de governar escondendo as contra-medidas com as medidas é um rumo ínvio e vai ter custos, engº Sócrates. Além de que é mais do mesmo e o senhor merecia fazer melhor; melhor dizendo, todos nós mereciamos muito melhor.

Melhor será, com coragem, reformar mesmo e de facto, diminuindo, mesmo e decisivamente a despesa. Isso levará a baixar a carga fiscal sobre todos (nunca a aumentar), o que terá como consequência um franco desenvolvimento económico, com decisivo aumento das receitas, por este facto, o que permite mais investimento do estado, novas reformas e outro equlíbrio fiscal e de novo franco desenvolvimento, num ciclo positivo que nos permita sair desta situação de cepa torta a que temos estado condenados, há tanto tempo que até já falha memória aos mais distintos arquivos, desde o insigne reino até à ilustre república.

Menos do que isto é uma falha imperdoável, um temível acanhamento e uma inaceitável penúria de acção perdendo-se  uma oportunidade, quem sabe única, de mudar mesmo o país.  

 


publicado por apólogo às 23:51

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