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Segunda-feira, 6 de Maio de 2013

Ania Thiemann e os Alemães

 

Voltando a 2007 , em Fevereiro, José Medeiros Ferreira publicava estas declarações de Ania Thiermann (analista da Economist Intelligence Unit) sobre os portugueses: «enquanto os gestores forem tão maus não há nada que se possa fazer» em Portugal, tanto mais que«não é possível despedir todos os gestores e trazê-los da Alemanha» ... Por isso a salvaçãod e Portugla era ter aqui os Alemães a mandar !!!! Acrescebnto eu quye seria a salvação de todo o mundo. É assim que os alemães vêem os Portugueses e outros povos do Mundo que não sejam eles ...
 

 

«A estratégia de Lisboa de  Ania Thiemann   

Ania Thiemann, especialista para Portugal  das publicações do The Economist Intelligence Unit,terá afirmado que «enquanto os gestores forem tão maus não há nada que se possa fazer» em Portugal, tanto mais que«não é possível despedir todos os gestores e trazê-los da Alemanha».Palavras duras e injustas como as que tudo generalizam.Até aqui essa generalizações eram feitas entre nós para os funcionários públicos e para os professores.Será que vistos de fora somos todos iguais?"»

Post de José Medeiros Ferreira no BLOG Bichos Carapinteiros em 18 de fevereiro de 2007 http://bichos-carpinteiros.blogspot.dk/2007_02_01_archive.html

 

«A analista da Economist Intelligence Unit, Ania Thiemann, que esta em Lisboa para uma mesa redonda com o Governo portugues, afirma que o risco de pais de Portugal pode melhorar ja no final deste ano, Terca-feira 13 de Fevereiro de 2007.    (ACOMPANHA TEXTO)  INACIO ROSA/LUSA PRT LISBOA LUSA © 2007 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.»

LUSA http://fotos.sapo.pt/lusa/qzmDs3ITzzsakn3KSnV8?a=66 Fevereiro de 2007

 

 

 


publicado por apólogo às 14:51

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Quinta-feira, 22 de Novembro de 2012

Salários em atraso disparam até Novembro

Trabalho
"Cristina Oliveira da Silva
21/11/12 13:44


Entre Janeiro e 15 de Novembro, a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) detectou 1.519 empresas com salários em atraso.


Isto representa uma dívida de 6,2 milhões de euros a trabalhadores. Os dados actualizados constam de um documento entregue pelo Governo aos parceiros sociais, a que o Diário Económico teve acesso, e indicam que a dívida já aumentou 93,5% face ao ano completo de 2011.

Ontem, o Diário Económico noticiou os dados dos salários em atraso até Setembro, que já evidenciavam uma subida da dívida de 39,5% em comparação com o ano passado. Um mês e meio depois, a subida quase duplicava face a 2011."

 

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Económico

 

6,2 milhões de euros de dívidas a trabalhadores em empresas privadas em Portugal. A maiora destas firmas não vão ter capacidade financeira para recuperar o que quer dizer que são trabalhadores que vão para o desemprego e que não deve estar longe este valor do que os trabalhadores vão deixar de receber. 


publicado por apólogo às 12:06

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Domingo, 18 de Novembro de 2012

Há muito mais pobres do que as estatísticas oficiais contabilizam - Público

"Há muito mais pobres do que as estatísticas oficiais contabilizam

18.11.2012 - 10:49 Por Andreia Sanches, Raquel Martins

 

Especialista apresenta novos cálculos que dizem que em 2010 já havia mais 160 mil pobres do que os anunciados pelas estatísticas oficiais. Hoje serão muitos mais.

 

Algumas das prestações sociais destinadas aos grupos mais vulneráveis da população têm vindo a perder força. A taxa de cobertura do subsídio de desemprego desceu de 37% para 33% entre 2005 e 2012. Ou seja, há mais gente sem trabalho que não tem subsídio. A prestação do rendimento social de inserção (RSI), uma medida destinada aos mais pobres entre os pobres, tem baixado. E em 2013 o Estado vai gastar menos 22,7%. A pensão por velhice também teve uma redução de 43 euros entre 2009 e Agosto de 2012. E o complemento solidário para idosos (CSI), que nasceu em 2006 para atenuar a pobreza entre os pensionistas, vai sofrer um corte orçamental de 11,2%.

 

Com este cenário, muitos questionam-se sobre quão longe estão da realidade as estatísticas oficiais sobre pobreza no país - as últimas são de 2010. Os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que, há dois anos, 18% da população - cerca de 1,8 milhões de portugueses - vivia abaixo do limiar da pobreza (421 euros por mês). Porém, cálculos feitos para o PÚBLICO por Carlos Farinha Rodrigues, investigador do Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG), mostram que mesmo nesse ano o peso das pessoas com dificuldades pode ter sido superior: 19,6% dos portugueses. São mais cerca de 160 mil pessoas a somar aos 1,8 milhões oficiais. De então para cá, acredita, muitos mais se lhes terão juntado."

 

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Público


publicado por apólogo às 16:52

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Quinta-feira, 4 de Agosto de 2011

Cada um tem o que merece

Há dias, num comentário no facebook, alguém jovem disse que até gostava do sistema capitalista, mas que era um sistema que não era justo porque não recompensava o mérito. A observação é pertinente e inteligente, mas falta-lhe mais informação.

 

Contextualizando, o comentário foi feito no meio de críticas ao capitalismo, observações de que o capitalismo tinha "falido" (feitas pela mesma pessoa) e por causa de alguém que colocou uma citação antiquada do Saramago, que dizia que os problemas actuais (da Humanidade, das pessoas) tinham a ver com o desenvolvimento tecnológico, falta de comunicação e individualismo.

 

Debruçando-me só sobre o comentário, nada é mais falso, assim dito. Mas nada é mais verdadeiro, se o aplicarmos ao "capitalismo à portuguesa". As gerações mais jovens não têm noção de que o que temos não é capitalismo, propriamente dito, ou se quisermos, é só um tipo distorcido de capitalismo, construído pela sociedade do pós-25 de Abril. O sistema, em Portugal, não é carne nem é peixe. É um sistema de inspiração capitalista, sem dúvida, mas demasiado regulado, com demasiadas leis e com demasiada influência dos governos, do poder e dos lobbies políticos, na economia. E esta regulamentação e influência, em Portugal e noutros países da Europa altera completamente o funcionamento normal do sistema, criando permanentes "fogos" a que alguém (dos lobbies políticos) acha por bem acudir, conforme os seus interesses políticos (ou económicos escondidos) e não consoante o interesse das pessoas, do mercado e da economia.

 

Esta interferência de grupos políticos, que gostam de ter este poder acrescido, em nome da redistribuição de riqueza e da compensação dos problemas das camadas mais desfavorecidas, na minha opinião é demasiado profunda e altera, dessa forma, as motivações económicas das pessoas, que fazem parte da sociedade e da economia. A alteração das motivações altera o funcionamento do sistema, alterando os seus resultados. As pessoas, acham que mais vale cair em graça do que conseguir ser engraçado. Alguém, sempre, ocorre para compensar o que for necessário (As Câmaras, o Governo, seja quem for, tem que compreende que corre mal).

 

Acresce que esta intervenção excessiva do estado na economia é feita com o dinheiro dos impostos, em excesso também, de todos e, como mesmo assim nunca chega, com dinheiro emprestado dos estrangeiros, que poupam o que nós já não poupamos e emprestam-nos as suas poupanças, com juros. E assim foi aumentando, sempre e sempre, a dívida pública. Este sistema, que não é o sistema capitalista e não compensa, de facto o mérito. E isso altera tudo.

 

Um sistema capitalista compensa o mérito. Um sistema democrático proporciona que todos, e não só elites de poder ou aristocráticas, possam ter mérito e possam obter recompensas satisfatórias, para si e para as suas famílias. É um sistema mais justo, que recompensa quem consegue chegar mais longe, quem consegue merecer, quem se esforça, quem vê onde os outros não vêem, quem faz mais, onde os outros não fazem, etc. No entanto, ninguém disse que um sistema justo tem que ser equilibrado. Ou disse? Esta justiça do mérito, mesmo democrática, deixa muita gente de fora, muita gente que não consegue ter mérito suficiente, mesmo quando se esforça, ou não se esforça, mas não consegue chegar. Cria, no entanto, mais riqueza e, com isso, mais desiquilíbrio. Mesmo que todos tenham mais, há sempre uma pequena maioria que tem mais que os outros todos.

 

O que conta? Todos terem mais, mesmo com desiquilíbrios, ou todos terem menos e estarem mais equilibrados???? Esta é a velha história de saber se as pessoas querem ganhar mais, mesmo que os vizinhos ganhem ainda mais do que elas ficando a ganhar em poder de compra mas, aparentemente, talvez perdendo em status (por comparação), ou se preferem não ganhar mais, desde que os vizinhos ganhem menos do que elas perdendo em poder de compra mas ganhando em status (?). Ficar pior ou igual, mas melhor que o vizinho, por comparação, vale mais do que estarem todos melhores mas o vizinho estar ainda melhor? Aparentemente há muitas pessoas que escolhem a opção de ficarem piores, desde que quem as rodeia não fique melhor do que elas: preferem as aparências e o status mais elevado (por comparação com os outros que os rodeiam)  a ficar, de facto, melhor financeiramente. São, talvez, reflexos da inveja social. Mas nem todos são assim. Muitos preferem, de certeza, a sua realização pessoal, independentemente dos outros.

 

Em Portugal continuamos pobrezinhos mas honrados, continuamos humildes com a mania das grandezas, e naifs o suficiente para pensar que somos todos iguais. E somos, sim ... Mas uns ... São mais iguais que outros!!!! Agora temos um problema grave: não há dinheiro para pedir a um ceguinho para cantar, no metro, não há dinheiro para igualdades e as pessoas não têm poupanças, para os tempos difíceis, não vão ter quem as acuda enfim, não estão preparadas para o nível de sofrimento social que aí vem. É uma pena.


publicado por apólogo às 18:16

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